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- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 2013-10-08 | [Acest text ar trebui citit în portugues] |
Em guarda, sem guardas
Enquanto aguardo canalhas da esquina Troco canalhas mais proximos por longÃnquos Dificil é năo ter como escolher senăo, Entre uns e outros. Resguarda a solidăo de năo precisa-los. Fazer dos pensamentos arte de guarda. Postos em face especial de madeira polida, Transpirar confiante o averso do averso Da ninguemdade mestiça, postiça, Conto botões, moedas, sonhos. Leio meus versos com bocejos de outroras. Lembrando as crianças que hoje eu vi. Como quem ouve conselhos de um avô materno. E durmo em cama de cachimbos de paz. Amanhă, ao acordar, nunca aguarda-los Dedinho médio em riste guardado aos bolsos. E um sorriso de quem é amado. Antonio Carlos Duques, 08.10.2013 do livro "Cantos de Tuaiá II", do facebook
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